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Quem lidera corre riscos

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26Durante a Guerra do Paraguai, a heroica resistência oferecida pelos paraguaios, na ponte de Itororó, levou, em determinado momento, o Exército brasileiro a um ponto muito próximo da debandada. A vacilação justificava-se. Os soldados haviam visto vários dos seus melhores generais ultrapassarem a ponte, liderando grupos de combatentes, apenas para serem mortos ou gravemente feridos ao fazê-lo.

É então que Caxias, o comandante em chefe, então com 65 anos – idade avançada para a época -, desembainha a espada, cavalga para a linha de frente e arremete contra a força adversária, clamando: -Sigam-me os que forem brasileiros! Seu exemplo arrasta os soldados que levam de vencida a resistência, tomam a ponte e triunfam num dos mais sangrentos combates da Guerra Grande.
Nem sempre isso acontece. Conta o historiador José Aleixo Irmão que, na Revolução de 1932, Nuporanga, sua terra natal foi visitada por um entusiástico orador, cuja tarefa era a de encorajar a mocidade local a alistar-se no Exército Constitucionalista. Este encerrava suas vibrantes perorações com um lema bastante ambíguo: Alistemo-nos e vão!
É fácil e indolor empurrar os outros para o sacrifício, sem partilhar da luta pela causa em que se diz acreditar. Mas só quem, de forma decidida, divide os riscos e sacrifícios do ideal abraçado com as pessoas que esperam tornar outros tantos lutadores, merecem ser ouvidos, acatados e seguidos.
A maioria das coisas em que acredita, as metas que persegue, as lutas em que se envolve em sua vida pessoal, familiar ou profissional, você não as aprendeu ouvindo discursos a respeito de como são essenciais. Passou a valorizá-las vendo e sentindo o quanto eram importantes para os seus pais, seus irmãos e outras pessoas cujas condutas fazem vibrar as cordas mais sonoras do seu coração.
E é pelas suas atitudes, aceitando ou rejeitando possibilidades que a vida coloca ao seu alcance, conforme as julgue dignas ou não de seu apoio, que ensinará seus filhos a acreditar nelas e empenhar-se para torna-las realidade.
Vão vocês que eu fico aqui pregando é uma exortação frouxa. Não move ninguém, ao contrário de um convite firme e direto do tipo: - Vamos juntos!
Geraldo Bonadio
Jornalista

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