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Quem vê os pulos

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23O mundo vive cheio de pessoas convictas de que estariam mais felizes e realizadas se lhes fosse dado viver como fulano, ter um corpo igual ao de beltrano, os bens material de sicrano, a popularidade deste ou daquele astro da TV e assim por diante. Dominadas por esse anseio de serem diferentes do que são, se esquecem de desenvolver as próprias qualidades e de alcançarem o nível de sucesso, realização e prosperidade que seus próprios dons lhes permitiriam alcançar e que, com frequência, não é pequeno.

Pouco sabemos da vida dos que convivem conosco neste ou naquele ambiente e menos ainda daqueles a quem conhecemos apenas por ouvir falar e segundo as narrativas, melhoradas ou pioradas, da mídia e das redes sociais. Como escreveu o poeta Raimundo Corrêa, num de seus sonetos mais famosos: “Quanta gente que ri, talvez existe, / cuja única ventura consiste/ em parecer aos outros venturosa! ”
Sua vida tem sido marcada por dificuldades? A de todas as demais pessoas também – ainda que os obstáculos por elas enfrentados sejam de outra natureza. Tem passado por muitas situações difíceis? Veja a questão por outro lado: se continua vivo e peleando é porque conseguiu afirmar-se como um combatente, capaz de vencê-las e seguir em frente.
Vez por outra ficamos sabendo que alguém, dono de grande fortuna ou de um poder político imenso, sucumbiu, vitimado por uma depressão que, há muito, corroía seu mundo interior ou foi denunciado à autoridade pela maneira fraudulenta como construiu os alicerces de seu viver que, de uma hora para outra desabaram.
Não existe ventura maior que a do homem comum que, como o personagem da composição de Caetano Erba, pode, voltando os olhos para os caminhos que percorreu na vida, dizer: “Assim, enfrentando o trabalho duro, / eu fiz o futuro sem violar a lei. ”
Encare os desafios como chances para crescer como pessoa e como profissional, alegre-se com os bens conquistados retamente e veja, neles, o prenúncio de novas venturas.
Ensina o ditado caipira: “Quem vê os pulos, não vê os tombos. ” Se você, apesar das quedas, continua a ensaiar novos pulos e a avançar, é um lutador vitorioso. Tem sabido converter cada insucesso numa chance de, na próxima, fazer melhor, por isso, deve alegrar-se por ser quem é e viver com entusiasmo sua própria vida, sem copiar ninguém.
Geraldo Bonadio
Jornalista

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