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Blog Memorial Park

Construa o seu time dos sonhos

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09Os diferentes campeonatos e torneios, nacionais e internacionais, disputados por equipes brasileiras de futebol a cada ano, fornecem um material precioso para se entender como são construídos os times dos sonhos de cada torcida e como eles preservam ou não tal condição ao longo das disputas.

Presenciamos, ao longo de tais competições, contratações e demissões de treinadores que assumiram a condição de técnico de uma equipe acenando com uma sucessão de vitórias e, na prática, colecionaram insucessos levando a agremiação por eles treinada para os últimos postos da tabela.
Mais raros, porém certamente mais expressivos, são aqueles casos em que o técnico, mesmo trabalhando com um grupo de atletas nada excepcionais, consegue construir um time que, atuando de maneira sinérgica, derrota sucessivos adversários e, desse modo, irrompe entre os melhor classificados e sustenta-se nesse grupo de elite, sagrando-se, não raro, vencedor da competição.
Entre os elencos malsucedidos, o desempenho do grupo acaba sendo menor que a soma dos talentos individuais – o que significa que parte das qualidades do coletivo está se perdendo por conta da falta de melhor entrosamento dos atletas. Os vencedores, ao revés, apresentam performances grupais que superam as qualidades individuais do grupo. Ou seja: pela via da cooperação na busca do sucesso, multiplicam os resultados finais que, tornam-se maiores que a soma das capacidades individuais.
Napoleão Bonaparte dizia que não existem maus soldados se o exército é comandado por um bom general. Mudando o que deve ser mudado, não há maus atletas quando o técnico é competente e consegue motivar todos e cada um deles para a busca coletiva do sucesso.
Talvez você nunca venha a treinar um time de futebol. A cada dia, entretanto, tem a chance de formar um time dos sonhos na empresa em que trabalha, em sua família, na Igreja ou grupo social de que participa.
Ouça os seus “atletas” em cada um desses cenários, descubra e incentive suas qualidades, seja para eles uma inspiração, encoraje-os a sonhar, aprender e fazer mais do que fazem habitualmente. Se assim agir, tornará melhor a vida de cada um deles e tornar-se-á um líder de verdade, respeitado e querido por eles.
Geraldo Bonadio
Jornalista

O problema modela a solução

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08Descoberto o Brasil, o rei de Portugal, D. Manuel, o Venturoso, não cuidou de colonizá-lo. Em seu reinado, que chegaria até 1521, o domínio português se estendera, também, à Índia, à China, à Groenlândia e ao Labrador. Nosso país, no qual não se encontrara ouro nem prata, não era prioridade aos seus olhos.

Mantê-lo sob o controle luso só se tornou uma necessidade quando seu sucessor, dom João III, percebeu o risco de perde-lo para os franceses. Estes, estreitando relações com os indígenas, se fartavam de contrabandear grandes quantidades de toras de pau brasil, peles de onça, papagaios, plantas medicinais e fibra e sementes de algodão.
Portugal então decide estender ao Brasil a divisão em capitanias hereditárias, que dera muito certo nas ilhas do Atlântico - Açores, Madeira –, na costa africana e mesmo em território luso. Foi um fracasso retumbante.
Com 350 quilômetros de costa e estendendo-se, terra a dentro, até a linha de Tordesilhas, cada Capitania era maior que os reinos da Europa. Colonizá-las exigia recursos muito superiores aos possuídos pelos donatários.
O insucesso deveu-se, em grande parte, ao fato de a coroa portuguesa não haver atentado para a diferença de escala entre os locais em que as capitanias obtiveram sucesso e o Brasil, com seu território imenso.
A adaptação é uma boa maneira de se lidar com os desafios da realidade. O que foi testado e aprovado em outros cenários geográficos e sociais pode repetir o êxito em quadrantes assemelhados. Não, porém, quando se estende a proposta vitoriosa em pequena escala a uma realidade muito maior.
Antes de se moldar soluções para um certo problema, urge esmiuçá-lo e entende-lo. De outro modo, corre-se o risco de reprisar, 500 anos, o equívoco de dom João III.
Geraldo Bonadio
Jornalista

De patamar em patamar

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07Você tem vivido, nestes últimos meses, uma das fases mais produtivas e melhor sucedidas do seu viver. Completou projetos há muito encalhados, concluiu cursos e treinamentos valiosos para o seu futuro, terminou a leitura de livros que deixara em meio e conquistou avanços profissionais expressivos.

Embalado pelos êxitos sucessivos, planejou novos avanços, mas aí faltou-lhe a garra necessária. O cérebro continua a planejar, só que o corpo não obedece às ordens de colocar-se em movimento.
Não se inquiete por isso.
Às vezes imaginamos a vida como uma rampa de ascensão contínua – e isso não corresponde à verdade. Ela se assemelha, antes, a uma escada em que os lances de degraus são separados por pequenas plataformas, em que a subida se interrompe para que possamos recuperar o fôlego.
Ao galgar uma escada que cobre vários andares, se ignoramos, vezes seguida, a necessidade de pequenas interrupções, chega um instante em que os comandos cerebrais deixam de ser repassados às pernas e nos vemos obrigados a interromper a subida.
Essa parada, que você não gostaria de fazer, ocorre em seu benefício. Ela é necessária para que ordene as informações reunidas até agora, retempere as energias, redefina as metas para, em seguida, principiar mais um certo número de lances.
Permita-se usufruir da distensão, relaxar momentaneamente, jogar conversa fora e, coisa que não faz há bastante tempo, conviver e divertir-se. Verá que, revigorados, mente, corpo e alma, logo em seguida, o ajudarão a reiniciar a ascensão com maior disposição e alegria, rumo a novos êxitos.
Geraldo Bonadio
Jornalista

Evite guerras que não pode vencer

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06Aquele que ama as batalhas merece nossa admiração pelo seu destemor, mas corre sempre o risco de iniciar guerras que jamais conseguirá vencer.

A vitória depende de dois fatores: dispor de um exército invencível e atacar num momento em que o adversário se acha vulnerável.
Sun Tzu, num livro sempre atual – A Arte da Guerra – lembra que só primeiro depende de você.
Identificando seus pontos fracos e cuidando de corrigi-los, aprimorando de modo contínuo as suas forças e aprendendo a ver as possibilidades e os limites dados pelo teatro de operações, você será, mais que um guerreiro destemido, um lutador com amplas chances de triunfar sobre quem barrar seu caminho.
Chances, porém, não são certezas. O inimigo a vencer pode ter à disposição recursos muito maiores que os seus. Combate-lo, em seus melhores momentos, pode leva-lo a uma derrota acachapante. É indispensável, pois, identificar o momento certo de ir à luta.
A vulnerabilidade do adversário não é algo que você pode construir, mas apenas observar e aproveitar caso venha a acontecer. Como todas as possibilidades, pode acontecer que ela, afinal, não se verifique. Até lá, descarte o enfrentamento aberto e conjure, assim, o risco do insucesso avassalador.
É claro que as diretrizes do estrategista chinês valem não somente para a guerra em si, mas para muitas outras realidades da vida em que você veja suas pretensões contrariadas por um adversário poderoso.
Como um bom general, cuide, em tais situações, de tornar-se invencível, melhorando suas armas e aperfeiçoando suas técnicas de luta. Enquanto não chega o momento certo, conversa, negocie, proponha e ouça com atenção as propostas alheias.
Adapte e adote o que, nas forças alheias, funciona bem e, com a devidas mudanças, pode ser útil às suas. Defenda com valentia o seu terreno, mas só tente conquistar o território alheio se toda possibilidade de derrota houver sido conjurada. E se a guerra se revelar desnecessária, tanto melhor!
Eventuais aplausos por uma ou outra manobra bem projeta e melhor executada não eliminam e nem sequer reduzem o amargor da batalha perdida.
Também em Waterloo, os generais de Napoleão devem ter tido alguns acertos, mas só nos que, ao fim da refrega, ele foi batido.
Refreie seu ânimo guerreiro. Prefira avançar na paz que perder, num combate insensato, todas as conquistas previamente obtidas.
Geraldo Bonadio
Jornalista

Gafes e imprevidências

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05A aparente distração de um dos funcionários encarregados de entregar os envelopes, com os nomes dos vencedores do Oscar aos responsáveis pelo anúncio dos premiados, gerou a maior gafe da história do grande prêmio do cinema. Ao ver que tinha diante de si o cartão com o nome da vencedora na categoria Melhor Atriz, que já deveria ter sido descartado, o veterano e competente Warren Beatty confundiu-se e, a partir daí as atenções do mundo centraram-se no engano.

Coisa mais séria ocorreu no Rio de Janeiro, onde uma escola de samba colocou no sambódromo um carro alegórico imenso em que o motorista não tinha visão do que estava à sua frente. As pessoas às quais se delegou a tarefa de orientá-lo no deslocamento do veículo não realizaram o trabalho a contento. Resultado: gente que desejava divertir-se sem correr riscos terminou o Carnaval hospitalizada.
A vida humana é uma sucessão infinita de relacionamentos. Alguns deles, se não avaliados previamente, podem trazer sérios danos a terceiros – como ocorreu no caso do condutor do carro que não tinha como ver o que estava à sua frente. E uma distração banal, como a do funcionário cujas funções incluíam o descarte dos envelopes com os nomes dos premiados que já haviam recebido suas estatuetas, pode corroer seriamente a imagem de uma organização que, entre muitas outras especialidades, dedica-se à organização de megaeventos.
Tudo aquilo que você realiza ao longo do dia, em casa, no trabalho, na escola, nos grupos com os quais convive, tem um certo nível de importância e gera consequências para você e para os outros.
Quem caminha numa área de trânsito movimentado enviando ou recebendo mensagens pelo celular se arrisca a ser atropelado, pois em dados instantes não se dá conta do que se passa à sua volta. O risco cresce exponencialmente naqueles casos em que é o motorista que se divide entre o celular e a direção do veículo.
Foque sua atenção na tarefa que está executando neste momento, ainda que já a tenha realizando antes milhares de vezes. Isso o poupará de imprevistos desagradáveis, capazes de amargurar os seus dias.
Geraldo Bonadio
Jornalista

A harmonização multiplica ganhos

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04-ganhoCliente de um dos maiores e mais importantes bancos do país, você acaba de ser informado por ele de que se acha à sua disposição um novo aplicativo, muito leve, que lhe permitirá fazer todas as suas movimentações financeiras usando tão somente o celular. Resultado: um ganho de tempo bastante apreciável.

Na contramão de dessa iniciativa modernizadora, a central de atendimento ao cliente de cartões de crédito do mesmo banco, atendendo a um telefonema seu, acabou de lhe dar uma má notícia: a de que você não conseguirá desbloquear de pronto a senha do seu cartão, travada em razão de um erro cometido ao digitá-la. Isso somente será possível depois que receber uma nova senha pelo correio. Ganha na foice e perde no machado – como diria o nosso caboclo, em seu modo simples e direto de apresentar a moral da história...
O dia a dia das grandes organizações empresariais, assim como as atitudes quotidianas das pessoas é pontilhado por múltiplas incongruências. Naquelas, por estranho que pareça, elas não são percebidas e eliminadas, a despeito da presença, em tais estruturas, de múltiplos especialistas que deveriam priorizar a eliminação desses gargalos de comunicação e relacionamento com os diferentes públicos com que elas necessariamente se conectam. Coisa parecida ocorre nas relações interpessoais, por vezes até dentro dos lares.
Neste último caso, tais desarmonias amarguram e envenenam o diálogo entre indivíduos e grupos que deveriam interagir de forma harmoniosa, destruindo com os pés realidades construídas com longo e penoso esforço das mãos.
Nas empresas, pequenas, médias ou gigantescas, a harmonização das atitudes e iniciativas multiplica os ganhos – que são o seu objetivo precípuo. Nas famílias e na sociedade, a compreensão e a sinergia eliminam atritos, aprofunda entendimentos e aumentam exponencialmente o bem-estar, a mútua estima e a cooperação entre as pessoas e os grupos. Desse modo, provoca uma queda vertical na quantidade de desavenças e conflitos num ambiente em que eles são altamente indesejados.
Como demonstra o caso do banco, antes mencionado, as incoerências e desarmonias nem sempre são detectadas e prevenidas pelos especialistas. O ideal é que todos nós, no âmbito de nossas possibilidades e atribuições, estejamos atentos à sua aparição e cuidemos de impedir que se enraízem e multipliquem.
Geraldo Bonadio
Jornalista

Persista apesar de tudo

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03-persistaQualquer coisa que você pretenda fazer na vida, seja grande ou pequena, simples ou complexa – por exemplo: criar uma empresa de certo porte ou organizar a festa de aniversário de um amigo – corre o risco de, em algum momento, esbarrar em dificuldades, resistências e incompreensões.

Uns tantos simplesmente porão em dúvida a viabilidade do projeto. Outros, caçadores de pelo em ovo, dirão que suas reais intenções devem ser encaradas com desconfiança. Se permitir que reações desse tipo determinem o seu proceder, jogará tudo para o alto, enrolará sua bandeira e irá refugiar-se no interior de sua casa.
Analise, sem superestimar, o conteúdo das críticas que estão sendo feitas à sua pessoa e às suas propostas. Em se convencendo que não têm base, sendo ditadas pela inveja e pelo despeito, ignore-as e prossiga. Vale, para casos assim, o ensinamento de Camões: “é fraqueza desistir-se da cousa começada”.
Há momentos em que a tentação de desistir será muito forte. Ninguém gosta de ser chicoteado pela injustiça, agredido pela sua proatividade e vaiado pela arrogância incompetente. Veja tais situações como um teste para sua fibra, um desafio à sua capacidade, uma provocação que visa, apenas e tão somente, levá-lo a perder o foco de suas iniciativas. Se os dados de que dispõem convencem-no do acerto e correção do que fez até agora, não aceite ser vencido pelo despeito incontido de uns poucos.
Tão pouco espere que, tendo se resolvido a perseverar, os ventos contrários arrefeçam. Na realidade, é mais provável que ganhem intensidade na medida em que você esteja prestes a ter êxito. Até por isso, a determinação de ir em frente, a despeito de tudo, precisa ser renovada a cada dia.
Examine o caminho que o trouxe até aqui. Verá que os ataques recebidos no momento atual apenas reprisam incompreensões de que foi alvo em outros momentos. Constatará, também, que, em cada ocasião, tem tido mais motivos para arrepender-se das desistências que das oportunidades em que, teimosamente, pagou para ver e optou por resistir.
Há casos em que aquele que vai em frente não atinge plenamente as metas visadas. Obtém ganhos, materiais, morais ou emocionais, mas não tão amplos quanto os pretendidos. Em compensação, os desistentes contumazes, aqueles que sempre cedem para aliviar o peso e a pressão das críticas, sentem, de imediato, o amargor da derrota, potencializado pelo questionamento interior sobre os motivos profundos de seu recuo. Na maioria dos casos, estes se enraízam no medo de persistir – o que é uma constatação nada agradável.
Só aquele que ousa persistir cria a possibilidade de que, afinal, a vitória lhe sorria.
Geraldo Bonadio
Jornalista

Mais peneira do que esponja

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02-peneiraesponjaVocê é uma pessoa de inesgotável boa vontade. Jamais recusa convite para participar de um movimento em favor de causas beneméritas ou integrar um grupo dedicado à melhoria das condições de uma organização de apoio a pessoas carentes.

Isso é muito bom, desde que lembre sempre que o seu dia – assim como o de todas as demais pessoas - tem apenas 24 horas. Se esquecer essa singela verdade pode descobrir, em dado momento, que a soma das tarefas assumidas voluntariamente com os compromissos profissionais e familiares previamente existentes, colide com os rígidos limites do tempo.
Brigar com o relógio não é sensato. Isso vai leva-lo a se dar conta, algum dia desses, de passou a fazer as coisas de maneira atropelada e superficial. Cumpre todos os compromissos, mas não consegue extrair, dessas vivências, a satisfação inerente ao encontro com as pessoas e ao atingimento das metas para cada dia, que dão sabor à vida.
Deixe de imitar a esponja que tudo absorve, reduza os encargos e encontre tempo para respirar fundo, reduzir a tensão e redescobrir a alegria de fazer as coisas bem-feitas.
A vida humana vale pela intensidade, mais do que pela duração ou pela multiplicidade de compromissos com que a pessoa se envolve.
Busque fazer-se presente de fato – física, mental e emocionalmente – em cada momento do seu viver, sem dividir o tempo de dar bom dia ao colega com a preocupação com o compromisso marcado para dali a cinco minutos ou, pior ainda, a tela do celular.
Em vez de absorver tudo, passe a peneirar seus envolvimentos. Isso dará consistência e profundidade ao seu agir, melhorará o seu desempenho, proporcionar-lhe-á mais alegria e o ajudará a viver bem consigo mesmo e com as pessoas à sua volta.
Geraldo Bonadio
Jornalista

Planeje suas reuniões

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01-planejeGoste ou não, é inevitável que você tenha de organizar ou tomar parte, de tempos em tempos, de reuniões no seu local de trabalho, na escola em que seu filho estuda, em associações de que faz parte, num grupo de sua igreja e assim por diante. Cuide, pois, de planejá-las – de planejar-se, para que atinjam seu objetivo e não sirvam só para marcar a reunião seguinte.

Cabe a você coordenar os trabalhos? Escolha um local adequado, defina a duração – se a equipe estiver afinada, faz-se muito em pouco tempo – e, em vez de centralizar tudo em suas mãos, divida tarefas com os participantes. É fundamental que alguém atue como memória do grupo, anotando o que se resolveu e, também, aqueles assuntos dos quais se tratou, mas em relação aos quais nada ainda se decidiu. Isso evita esquecimentos e previne a constatação, após encerrados os trabalhos, de que algo importante e urgente não foi solucionado.
Lembre-se sempre: ninguém está ali para ouvi-lo discorrer sobre múltiplos temas e sim para resolver pendências suja superação interessa a todos. Encaminhe as questões em exame e, com a habilidade necessária para não magoar ninguém, mantenha o foco das manifestações, evitando que se desloquem para assuntos fora da pauta.
O coordenador está, para a reunião, como o árbitro para um jogo de futebol: quanto menos interferir no rolar da bola, melhor. Ainda que, aparentemente, não seja notado, terá sua importância reconhecida por todos e, provavelmente, será solicitado pelos participantes em outras ocasiões, como reconhecimento à sua habilidade em bem dirigir as coisas.
Esgote um assunto, antes de passar a outro e não permita que questões encerradas voltem a ser discutidas. Seja firme sem resvalar para a indelicadeza. Dê atenção a todos e, com o jeito necessário, contenha aqueles que, a cada momento, querem estar no centro das atenções.
Se houver discordâncias sobre a melhor maneira de solucionar um problema, dê a todos a chance de exprimir seu ponto de vista, zelando para que o clima de cordialidade não seja afetado. Desse modo, todos chegarão ao final com o sentimento de que a missão foi cumprida e os avanços necessários foram conseguidos.
Geraldo Bonadio
Jornalista

Cresça a cada dia

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cresca-cada-diaO crescimento é uma das fases importantes da nossa vida. Ao longo dele, o nosso corpo se transforma, trocamos o engatinhar pelo caminhar sobre duas pernas, aprendemos a falar e adquirimos um controle, maior ou menor, sobre o espaço que nos cerca.
Isso ocorre não apenas porque o fisicamente nos tornamos maiores e mais fortes, mas também porque o nosso cérebro se desenvolve, permitindo que controlemos nossos movimentos, raciocínio e emoções. Assim, nos tornamos capazes de reagir com maturidade às situações boas ou más do dia a dia e, principalmente, de agir, tomar iniciativas, executar o que planejamos.
Agora que o ano caminha para o seu final, avalie se, ao longo dela, enquanto ser humano, você cresceu, estacionou ou retroagiu.
A infância é um belo momento de nossas vidas e dela nos recordamos com saudade, até porque, com o passar do tempo, aprendemos a descartar as lembranças amargas e preservar aquelas que nos marcaram positivamente.
Revivê-la, no plano das emoções, é agradável, mas reagirmos aos trancos da vida como se ainda estivéssemos na aurora de nossas vidas, fugindo, deixando que o medo nos paralise ou caindo no choro, é muito ruim.
Cuide de, a cada dia, exercitar sua maturidade, superando os desafios com coragem e otimismo e encorajando os propensos a desacorçoarem a fazerem o mesmo. É essa a melhor maneira de você se dar conta de que não desperdiçou o tempo a você concedido, antes utilizou-o para auxiliar os que o cercam, no trabalho, na família e na sociedade, a também experimentarem a inigualável satisfação de um dia bem vivido.
Geraldo Bonadio
Jornalista

Quem discute perde sempre

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O melhor motivo para você não se envolver em discussões é que, nelas, ninguém sai vencedor.

Há quem viva discutindo tanto questões de ordem prática quanto assuntos que a sabedoria recomenda não debater, como futebol, política ou religião. Nessas contendas, se sobrecarrega emocionalmente, coleciona irritações e perde amizades. Seguramente, porém, nunca consegue mudar o entendimento daqueles com quem bate boca. Ou seja: se desgasta à toa.
Sintonize um desses canais de televisão que transmitem trabalhos legislativos ou judiciários e constatará por si mesmo – e sem envolvimento emocional – que as discussões servem apenas para que, aqueles que delas participam, exponham publicamente seus pontos de vista.
Os políticos chegam ao plenário das casas legislativas – Senado, Câmara dos Deputados, Câmara dos Vereadores – com entendimentos firmados acerca de cada assunto em exame. Os juízes vão aos tribunais com seus votos prontos. Uma coisa que o espectador nunca verá é que um deles diga que foi convencido pela argumentação alheia e, por isso, resolveu mudar sua decisão. E se acaso alguém mudar de entendimento, ao longo dos trabalhos, jamais admitirá que o fez em decorrência da argumentação deste ou daquele debatedor.
Muitas vezes, em nossa vida pessoal ou profissional, precisamos conquistar o apoio de outras pessoas para atingir um determinado objetivo. O marido - ou a mulher - precisa obter a concordância do cônjuge para a ideia de que a família deve se mudar para uma casa maior – ou menor -, trocar a residência térrea por um apartamento ou condomínio. Isso parece simples, mas não é. Anova situação repercutirá sobre a vida profissional de ambos, a vida escolar dos filhos, os relacionamentos familiares...
Quem propõe a mudança terá, antes de tudo, de ouvir e procurar entender o que a mulher ou marido pensa dessa possibilidade. A partir daí, precisará realizar um longo e bem articulado trabalho de persuasão, mostrando as vantagens da alteração. Poderá, assim, obter do outro ou, ainda, chegar a uma solução intermediária com a qual os dois concordem. Se quiser impor o seu ponto de vista, certamente não chegará ao ponto pretendido ou só o alcançará à custa de um sério desgaste no relacionamento entre ambos – o que, de certo, não vale a pena.
Isso que ocorre numa situação doméstica vale, com maior razão, para decisões sociais ou empresariais.
Entender o outro, compreender seu modo de pensar e os motivos que determinam o seu comportamento é fundamental para que se chegue a um acordo que atenda o interesse de todos os envolvidos, coisa que nunca se consegue discutindo.
Geraldo Bonadio
Jornalista

Junte entusiasmo e experiência

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entusiamos-experienciaA idade não é um empecilho à participação social da pessoa nem ao acolhimento dela por parte dos mais jovens. Há casos, entretanto, em que o acúmulo de experiência do idoso é contrabalançado pela perda de entusiasmo a aversão a qualquer mudança. Aí a roda pega.
Há quem seja alérgico ao avanço e a tudo que cheire a inovação. Ao pressentir naqueles que com ela convivem a propensão a alterar alguma rotina, assume uma postura de rejeição e se nega a falar sobre o assunto.
A necessidade de modificações e melhoramentos se faz presente, ainda que de forma diversa, em qualquer grupo.
Numa empresa bem sucedida isso ocorre quando os sócios percebem que um produto, antigo líder de mercado, está perdendo a simpatia dos consumidores. Num grupo de amigos, que há muito se reúnem, de tempos em tempos, para jogar conversa fora e se descontrair, se o número dos que aparecem se reduz continuamente. Nas reuniões de família se o cansaço rotina está vencendo a satisfação do reencontro.
Deixar as coisas como sempre foram, confundindo tradição e chatice, é marchar para o desaparecimento e dispersão. É indispensável discernir entre o essencial – que deve ser mantido - e o que perdeu a razão de ser e, aí, promover alterações que fortaleçam o entusiasmo e a alegria do grupo.
Rejeitar uma nova maneira de fazer as coisas porque alguém tentou isso há 10 ou 20 anos e não obteve bons resultados é ignorar a sábia observação do poeta Camões de que “o mundo todo é composto de mudanças”.
O que não funcionou num dado momento pode obter sucesso em outro porque, nesse meio tempo, o mundo se modificou e as pessoas que o habitam agora pensam, sentem e agem de maneira diferente.
Geraldo Bonadio
Jornalista

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