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Blog Memorial Park

Comparações estragam tudo

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comparacoes-estragam-tudoSe há um sujeito que sempre se sente infeliz na vida, esse é aquele que, a todo instante, vive a comparar a sua situação pessoal, familiar e profissional com a de outras pessoas. Há quem se sinta o mais desprezado dos seres humanos porque tem, no facebook, um número de amigos menor que de suas colegas de trabalho.
Quando se avizinha o Natal, os comparadores compulsivos, em vez de focarem no alto sentido espiritual e fraternal da celebração, lançam-se a campo, garimpando informações para saber, em detalhes, como será a festa na casa de Beltrano ou Ciclano.
Não se dão por feliz até saberem o que será servido, o que se vai beber, se todos os filhos do casal anfitrião estarão presentes. A gana de reunir esses dados é tão forte que até o leva a se descuidarem do mais importante, que é fazer com que os participantes de sua própria festa se sintam acolhidos e convivam, num clima de plena alegria.
A celebração natalina não pode ser parecida com a última semana de um campeonato futebolístico por pontos corridos. Em vez de competir com parentes, vizinhos e amigos, ore para que as festas que estarão ocorrendo em casa deles e também na sua alcancem um sucesso total.
Sucesso que nesse caso específico significa a marca da solidariedade, da fraternidade, da alegria de bem receber e ser recebido. Que todos acolham, dentro de si, a Mensagem de Belém, tenham muita paz e amor em seus corações, saúde em seus corpos e mentes e disposição para ingressarem corajosa e alegremente no Ano Novo que se avizinha.
Livre-se da tentação de comparar a festa de sua casa com a de quem quer que seja, pois isso outro resultado não tem que espalhar o azedume e a rivalidade e estragar a alegria que todos almejam.
Geraldo Bonadio
Jornalista

Ajude quem caiu a se reerguer

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ajude-reerguerSe você está caminhando por uma rua e alguém, diante de si, tropeça e cai ao chão, a única atitude admissível, de sua parte, é que detenha sua jornada, se inteire da maior ou menor gravidade dos ferimentos e contusões sofridos por quem tombou e, sozinho ou com a ajuda de terceiros, ajude aquela pessoa a se reerguer.
Infelizmente, nem sempre você age da mesma maneira quando o tombo sofrido pela pessoa não é de natureza física e sim social ou moral.
Se fica sabendo que um casal conhecido se desentendeu seriamente, por tal ou qual motivo, e pode até vir a se separar; um empresário batalhador fez um mau negócio e pode perder parte de seus bens ou o filho de uma pessoa amiga caiu na armadilha da droga e está tendo problemas com a lei, não é incomum que, antes mesmo de que a poeira se assente e o episódio se clarifique, você assuma, cumulativamente, as funções de investigador, promotor e juiz e emita uma sentença condenatória severa e irrecorrível contra quem tombou, extensiva a seus familiares que supostamente dele não cuidaram adequadamente.
Os escorregões sociais e morais ao longo da vida são mais frequentes do que se admite e causam, naquele que cai, lesões que dificultam muito o sucesso em suas tentativas de se reerguer.
Profissionais e voluntários que trabalham com dependentes de qualquer tipo de droga – do álcool ao crack – aprendem, a duras penas, que suas esperanças em relação àqueles que tentam ajudar serão frustradas muitas vezes e que é preciso muita fé e esperança para não carimbar alguém como um caso perdido.
Aprenda a encarar o mundo e os seres humanos com um olhar de misericórdia – que é coisa diferente da tolerância ou da complacência – e faça o possível para ter, em relação ao caído social ou moralmente uma atenção pelo menos igual a quem, perdendo o equilíbrio, se estatelou diante de você e precisa de seu auxílio para recolocar-se em pé.
Geraldo Bonadio
Jornalista

Quem quer chegar vence o caminho

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quem-chegar-vence-o-caminhoAlinhado com os grupos que projetavam a Revolução Constitucionalista de 1932, o capitão e futuro general Justino Alves Bastos, que concluíra brilhantemente a Escola de Estado Maior, era, a exemplo de outros oficiais simpáticos ao movimento, mantido sob vigilância no Rio de Janeiro, às vésperas do 9 de julho.
Na impossibilidade de trazê-los a São Paulo pelas vias normais, o comando constitucionalista planejara formas alternativas de tirá-los do Rio.
A primeira gorou. O avião em que embarcariam no então remoto Recreio dos Bandeirantes, capotou, por inexperiência do piloto, ao decolar na base em que era mantido, incendiou-se e matou os improvisados tripulantes.
A tentativa de fazer com que saíssem, disfarçados, num barco de pesca, foi prejudicada por fortíssima tempestade que os obrigou a desembarcarem na enseada da Ilha Grande e galgar a Serra do Mar, para assim alcançar o Vale do Paraíba.
Justino só chegou a São Paulo a 27 de julho, mas, imediatamente destacado para o setor de Itapetininga, ali reagrupou a tropas e retardou, quanto possível, o avanço das poderosas colunas que, sob o comando do General Valdomiro Castilho de Lima, avançavam sobre o território paulista.
Nem sempre é fácil e tranquilo atingir o ponto em que você é necessário para ajudar a recuperação de uma empresa, o sucesso de um empreendimento comunitário ou mesmo o deslanche de sua própria carreira. Em instantes assim, é fácil pensar em arquivar decisões, desertar do sonho ou quedar-se inerte, até porque às vezes, os possíveis frutos desse trabalho não são necessariamente gratificantes.
Incertezas pavimentam muitos caminhos da vida. Tempestades imprevistas podem colocar em risco o barco de nossas esperanças. Só a coragem de vencer as dúvidas e arrostar naufrágios podem manter de pé seus projetos nessas circunstâncias e, assim, fazer do presente o material de construção de um futuro que concretize suas ideias e ideais.
Quem de fato quer chegar sempre consegue vencer os desafios das trilhas e das veredas, convertendo-os em caminhos de sua realização.
Geraldo Bonadio
Jornalista

Assuma a responsabilidade

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assuma-responsabilidadeEu tinha menos de 20 anos e, por conta dos meus desencontros com o velho curso ginasial, ainda estava cursando o que seria hoje a 7ª série do ensino fundamental quando, por indicação do Prof. José Duarte Vannucchi e convite de Vitor Cioffi de Luca, tornei-me o redator principal do Diário de Sorocaba.

Em 15 dias, Vitor, um dos diretores de jornal mais brilhantes com que trabalhei, ensinou-me o básico sobre os locais de captação das notícias e como deveriam ser redigidas e encaminhadas à oficina, que cuidava de paginá-las e imprimi-las. Um dia, porém, cometi um erro infantil, facilmente perceptível.
Alertado a respeito, no dia seguinte, argumentei que a falha era tão evidente que alguém, nas oficinas, poderia tê-la corrigido. Ele redarguiu enunciando uma das regras fundamentais do jogo da informação, da qual nunca me esqueci: - Aqui, a oficina executa. Quem pensa é você.
Colocados num beco sem saída, todos temos uma certa propensão de transferir a culpa para outra pessoa. Isso é muito contraproducente. Você só se torna um profissional respeitado em sua área na medida em que se mostra maduro o suficiente para, junto com os eventuais aplausos, recolher também as críticas e corrigir o que está errado naquilo que disse ou fez.
Só quem passa pela desagradável necessidade de admitir a própria falibilidade e reconhece seus limites e falhas se capacita a trilhar o caminho do aperfeiçoamento constante que pode leva-lo a ser reconhecido como alguém capaz de fazer a diferença.
Reconhecer que nem sempre estamos certos não é fácil nem agradável, principalmente quando incidimos num erro bisonho, fácil de ser prevenido. É essa uma razão a mais para que você se mantenha alerta às suas obrigações e imprima à execução de suas tarefas o melhor padrão possível de qualidade – atitude que rende muita satisfação interior e até alguns reconhecimentos agradáveis.
Geraldo Bonadio
Jornalista

Sonhe e vá a luta

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sonhe-va-a-lutaColoque o máximo de seu talento e dedicação nas suas metas para este dia. Lembre-se, porém, que todas elas têm um prazo.

Protelar a execução daquilo que deve ser feito está mais para falta de verdadeiro compromisso com as obrigações do que para busca de excelência no cumprimento delas.
Melhorar e aperfeiçoar um objeto, um plano de negócios, um relacionamento pessoal, a maneira como fazemos as coisas são aspirações que todos cultivamos. Elas reclamam a disposição de refazer as etapas do processo tantas vezes quanto necessário para aumentar a harmonia do todo.
O segredo de quem consegue realiza-las consiste em pôr mãos à obra em vez de apenas sonhar com os avanços desejados.
Aquele que, a pretexto de fazer o melhor soma demoras e multiplica desculpas pelos atrasos se esquece que, em tudo na vida, a fila anda e, nesse mover-se, quem avança acaba toma o lugar daquele que parou.
Busque um ponto de equilíbrio entre a precipitação, que resulta em produtos cheios de erros de projeto e de grosseiro acabamento e a falta de determinação que o leva a empurrar pela barriga o que deve ser enfrentado agora.
É sempre mais fácil retomar uma obra concluída e aprimorá-la aqui ou ali, deixando-a melhor, do que conservá-la no mundo das ideias às quais não se deu sequência e, por isso, acabarão morrendo na triste condição de projetos não iniciados.
O caçador que levanta muita caça, mas não vai no encalço de nenhuma, termina o dia de mãos vazias. Inversamente, quem persegue o seu objetivo pode não conseguir exatamente o que pretendia, mas certamente obterá resultado melhor do que aquele sequer tentou fazer de suas aspirações uma realidade.
Geraldo Bonadio
Jornalista

A solicitude é criativa

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solicitude-criativaO cliente entrou na pequena loja da concessionária de telefonia móvel só para cortar o chip do pré-pago e transferi-lo para o celular novo. A seguir, iria a outra loja fazer o mesmo com o chip do pós, o mais usado.
A solicitude de quem o atendeu mudou seus planos. Cortou, também ali, o chip do pós, adquiriu capa e outros acessórios para proteção do aparelho. Gastou três ou quatro vezes mais do que projetara inicialmente, resolveu todas as pendencias relativas ao novo aparelho em menos tempo que o esperado. Deixou a loja satisfeito por haver encontrado quem se empenhasse em identificar e fazer os ajustes ligados à mudança de aparelhos e disposto indica-la aos amigos como um lugar em que trabalha bem e nos qual as pessoas são bem atendidas.
A vida anda cheia de “tiradores de pedidos”, pessoas que recebem solicitações para executar serviços sem expressar nenhuma empatia em relação àquele que a faz – chefe, cliente ou colega de trabalho. Com um invariável ar de enfado, fazem só o que lhes é pedido.
Pessoas assim minam ambientes de trabalho, detonam a boa convivência, espantam clientes com seu jeito sempre mal humorado. Se alguém não os barrar, levam o negócio à falência.
No extremo oposto situam-se aqueles que sabem a importância de um excelente vendedor, sempre se colocam no lugar do cliente para entender suas aspirações, dão conta da tarefa com alegria e procuram fazer com que as coisas saiam melhor que o esperado.
Esses prosperam, avançam na carreira, montam times vencedores fazem a fortuna de quem os tem como auxiliares e tornam-se exemplo para quem busca o sucesso na vida.
Seja um deles.
Geraldo Bonadio
Jornalista

Aguente a pancadaria

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aguente-pancadariaBuscamos o aplauso e fugimos da vaia. A homenagem nos alegra, a crítica faz com que nos sintamos injustiçados. O apoio nos incentiva, a rejeição nos inquieta. Isso não impede que, quando toca a nós avaliar algo ou alguém, também sejamos mais propensos a buscar os defeitos que as qualidades; a censurar em vez de encorajar; a vaiar e não a aplaudir.
A experiência ensina: após a primeira pancada, o que vem não é um afago e sim outra pancada. Mudar a tendência da opinião pública; continuar a fazer o que é certo, mesmo sem apoio ou receptividade; confiar em que mesmo a mais longa das noites é sempre sucedida pelo clarear do dia e o real valor das boas iniciativas terminará por triunfar sobre a mesquinharia e a incompreensão exige fibra, coragem e muita persistência.
Não jogue ao mar suas certezas e convicções assim que o vento prenunciador de tempestade faz o barco oscilar pela primeira vez. Se o fizer, demonstrará publicamente uma lamentável falta de firmeza.
O sanitarista Osvaldo Cruz, que mudou a feição do Rio de Janeiro, eliminando o impacto de terríveis epidemias como a da febre amarela ou do tifo e tornando possível aos visitantes descobrirem e apreciarem a beleza da cidade foi execrado pela imprensa e por um número considerável de respeitáveis médicos de seu tempo. Pouca gente admitia que um inseto tão pequenino como o pernilongo tivesse a capacidade de transmitir, ao ser humano, uma doença terrível, capaz de roubar-lhe a vida.
Zombado, escarnecido, depreciado e xingado não apenas pelo homem das ruas, mas também por líderes políticos e pretensos cientistas, Osvaldo Cruz aguentou firme, Um dia, os cariocas se deram conta de que, tendo sido eliminados os criatórios do mosquito, a febre amarela sumira e as pessoas não estavam mais morrendo daquela doença.
Quem quer que bata de frente com crenças infundadas, desafie certezas mal alicerçadas ou questione procedimentos que, apesar de tradicionais, não produzem os resultados que deles se espera, provavelmente terá sua capacidade questionada e colherá muita vaia e pouco ou nenhum aplauso. A experiência confirma o acerto da constatação de Caetano Veloso: “à mente apavora o que ainda não é mesmo velho”.
Cheque serenamente os seus motivos, teste suas convicções, examine os alicerces de suas certezas. Se concluir que está no rumo certo, não abandone a rota que se propôs a cumprir. Nada detém o amanhecer e, na medida em que o dia surge, as trevas se desfazem e o acerto de suas propostas ficará evidente. Então, mesmo tardio, o reconhecimento de suas iniciativas virá.
Geraldo Bonadio
Jornalista

Esquecendo o essencial

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Estão se tornando cada vez mais frequentes os casos de crianças de tenra idade, esquecidas no interior de automóveis estacionados em vias públicas. Com o carro exposto durante horas ao sol de verão, elas, incapazes de se defenderem, acabam perecendo, vitimadas principalmente pela desidratação. Na maioria dos casos chegados ao noticiário, os veículos estavam sendo dirigidos pelo pai ou mãe dos bebês.
Ao receber a bênção da paternidade – ou maternidade – as pessoas tem necessariamente que mudar seus padrões de comportamento.
Um recém-nascido é alguém absolutamente incapaz de sobreviver sem os cuidados de outras pessoas. Quando se acha diretamente sob a guarda dos pais, estes precisaram, necessariamente, mantê-lo no foco de sua atenção.
Na medida em que a criança vai se desenvolvendo, vai adquirindo, lentamente, a capacidade de cuidar de si mesma. O que o avanço da civilização tem demonstrado é que o número de anos em que os filhos permanecem sob a dependência dos pais tem se ampliado, em vez de diminuir. Ainda que mais hábeis que estes no domínio das engenhocas criadas pela tecnologia, continuam sendo crianças ou adolescentes que precisam de apoio e de orientação para traçar e seguir seu rumo na vida. Longe de diminuir, a importância dos pais, na vida dos filhos, só tem feito aumentar.
A paternidade – e a maternidade – geram tarefas difíceis e cansativas. Em compensação, proporcionam aos pais a possibilidade de viver uma aventura incomparável: acompanhar e participar do desenvolvimento de um ser humano, dotado de características individuais que o diferenciam de todas as pessoas que já habitaram – e daquelas que um dia habitarão – este planeta.
Vivemos num mundo trepidante e atribulado. Cada um de nós, ao saltar da cama para iniciar um novo dia, já tem diante de si uma relação numerosa e complexa de tarefas, cada uma delas com momento certo para ser executada.
Isso, entretanto, não justifica e nem ao menos explica que os pais releguem a um plano inferior ou até se esqueçam dos cuidados que devem ter com seus filhos, particularmente aqueles que ainda dependem totalmente de suas atenções.
Geraldo Bonadio
Jornalista

Nem demais, nem de menos.

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mais-ou-menosAgir com sabedoria é caminhar por uma linha estreita, por vezes difícil de ser localizada e percorrida, em meio ao tumulto de gentes e coisas.
Evite diminuir a importância dos fatos ou dos relacionamentos. Se precavenha para não cair no extremo oposto, exagerando a importância das atitudes ou dos acontecimentos. Como ensina Lebret, cuide de dar a tudo “sua real importância, seu verdadeiro valor”.
A emoção dá sabor à nossa vida, o que é ótimo. Ocorre que tempero em demasia põe a perder o gosto da realidade.
Os sentimentos tomam de assalto seu coração? Acolha-os, mas permaneça atento. A função deles é acentuar a doçura ou o amargor dos momentos, sem adulterá-los de maneira irremediável. Ria, se o riso é a atitude ajustada ao momento. Chore se a tristeza exigir que as lágrimas rolem. Num caso e noutro, evite resvalar para o ridículo.
A insensibilidade é a mais radical das rupturas com a condição humana. Jamais permita que ela o arraste para suas sombrias cavernas e faça de você em alguém incapaz de interagir com as demais pessoas.
Portar-se como Robinson Crusoé em casa, no trabalho ou no meio em que se vive é aplicar em si mesmo o rótulo de esquisitão. Conduzir-se como participante de um reality show, exibindo-se a cada instante para plateia, tampouco é saudável.
Analisando a luta da mente com a realidade, o poeta Goiá anotou que “aquilo em que hoje se vê naufragada, talvez seja nada em nosso amanhã”. Muita lágrima de sangue já foi vertida por coisas, pessoas ou convivências que, afinal, se constatou serem pouco relevantes.
Aja com sabedoria. Pode excessos. Conduza-se, em qualquer situação, de forma proativa e natural.
A sabedoria sua própria recompensa.
Desfrutar da alegria de viver, sem tornar-se insensato, conduzir-se com seriedade sem romper com o sorriso e o contentamento é avançar com segurança na trilha do próprio crescimento enquanto pessoa.
Geraldo Bonadio
Jornalista

Seja sempre você mesmo

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Ai daquele que se sente infeliz porque não encontra, em seu próprio corpo, traços semelhantes aos quais atribui o sucesso de outras pessoas. Pobre de quem se desvaloriza porque não é capaz de, numa reunião qualquer, reunir em torno de si tantas pessoas com alguém cuja popularidade inveja e desejaria copiar.
Deus não copia. Ele só trabalha com originais. Por isso, deu a você atributos físicos, mentais e espirituais que podem até, num caso ou outro, lembrar o de uma pessoa diversa, mas na absoluta maioria dos casos são exclusivamente seus. E, tenha a certeza, tanto a sua voz como sua pressa ou sua tranquilidade, o tom do seu cabelo ou a maneira como sua forma de pensar ou agir têm excelente desempenho. Basta que você, em vez de tentar ser uma réplica de outro alguém, aprenda como suas qualidades, suas características e sua maneira de ser podem funcionar da melhor maneira.
Customize o seus dons. Aprenda a utilizá-los da melhor maneira possível. Confie que é deixando de lado os caminhos batidos e abrindo suas próprias veredas que você vai se realizar pessoalmente e conquistar vitórias com as quais até agora nunca se autorizou a sonhar.
Diferença nunca foi sinônimo de desvantagem e sim chance até então não testada de chegar ao sucesso trilhando rumos diferentes, mas nem por isso menos eficaz.
Acredite em si e vá em frente.
Geraldo Bonadio
Jornalista

O indeciso erra todas

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Do momento em que acorda até aquele em chega ao local de trabalho e assume suas funções, você precisa tomar um conjunto de decisões encadeadas e por em prática múltiplas ações que, afinal, o levam, no tempo previsto, ao ponto em que precisa estar.
Isso é apenas o começo de um dia. Uma vez iniciada a jornada de trabalho, para dar conta de suas tarefas, terá de fazer, ao longo das horas, muitas outras escolhas, algumas fáceis e outras tantas bastante difíceis.
Quando tiver de adotar certa atitude frente a uma questão concreta, tenha em mente que em toda decisão, por simples que seja, carrega dentro de si uma margem de risco. Por mais que se esforce no sentido de levar em conta todos os fatores envolvidos e evitar que alguma coisa saia errada, sempre é possível que algo lhe escape e gere um problema inesperado. Acertar em 100% das deliberações é um objetivo que mesmo as pessoas mais ponderadas nem alcançam.
Na maioria dos casos, se algo não sai exatamente da forma desejada isso não tem como origem uma decisão infeliz. O que gera a maior parte dos erros é a indecisão, o receio de fazer a melhor escolha possível no momento correto.
Grandes empresários, experimentados líderes políticos e administradores da melhor qualidade também erram. Sabem, no entanto, identificar a falha rapidamente e a adotar com presteza as medidas corretivas que o momento exige.
O que há de se temer, nas horas difíceis, não é que uma medida bem projetada não surta todos os efeitos que dela se esperava. O temível é a propensão de “empurrar com a barriga”.
Quem, por simples insegurança, adia decisões que precisariam ser adotadas prontamente, permite que questões singelas degenerem e se convertam em problemas que só podem ser resolvidos com grandes perdas ou sacrifícios.
Empenhe-se em conhecer bem a questão, analise os encaminhamentos possíveis, mas não tenha receio de decidir. Quem age às vezes erra, mas os indecisos e inertes erram sempre.
Geraldo Bonadio
Jornalista

Confie na nova geração

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confie-na-nova-geracaoÉ uma velha praxe dos mais velhos achar que os tempos nunca foram tão ruins quanto são agora, que os valores sobre os quais a sociedade se sustenta estão irremediavelmente comprometidos e que nada de bom nos aguarda no futuro.
Apesar dessas previsões tão pessimistas, a marcha da humanidade tem conduzido famílias e povos a situações melhores que as de outros tempos. Hoje as pessoas vivem mais, desfrutam de boa saúde durante um maior número de anos e têm diante de si um número crescente de indivíduos jovens que definem e alcançam suas metas pessoais e sociais.
Quando os mais velhos examinam a fundo o seu passado, percebem que sob uma camada fina e adocicada de saudade, se oculta a lembrança de lutas muito mais ásperas e em condições menos favoráveis do que as que vigoram em nossos dias.
Certamente não é o caso de ver o hoje usando lentes cor de rosa, mas também nada justifica que se veja tudo através das lentes escuras e aniquiladoras da desesperança.
Uma das coisas em que as pessoas se saem cada vez melhor é na descoberta de meios de modos de enfrentarem dificuldades sem perder a esperança. Sob um manto de aparente desinteresse e até de relaxamento, os jovens se mostram cada vez mais aptos em buscarem com metas com muita determinação.
Acredite no amanhã, aposte nos jovens de sua família, sua cidade e seu país. O empenho deles em construir um mundo melhor não é menor do que o seu, quando tinha a idade deles.
Geraldo Bonadio
Jornalista

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