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Blog Memorial Park

Crie cooperadores

Avaliação do Usuário

Ao estruturar sua própria empresa, você estrutura uma empresa própria, o faz com a intenção de oferecer aos seus possíveis clientes um produto ou serviço que solucione de verdade os problemas com que eles se defrontam.
Como empreendedor individual é compreensível que procure centralizar várias tarefas em suas mãos, reduzindo a necessidade de uma equipe profissional numerosa. Afinal de contas, a sua é a única mão-de-obra cuja utilização você pode ampliar sem aumentar as despesas da firma.
Saiba, entretanto, manter o equilíbrio.
De repente você descobre que, se tiver um auxiliar exímio em determinada tarefa, eliminará um engasgo no processo de produção, terá produtos de melhor qualidade e, entregando-os em menor tempo, fidelizará o cliente, gerando um poderoso estímulo para que, na próxima aquisição, ele procure sua empresa e não a do concorrente.
Às vezes é melhor, sem deixar de lado as cautelas necessárias em tempos mais difíceis que o habitual, reforçar o time e conseguir, desse modo, ampliar o número dos clientes satisfeitos e também a sua lucratividade.
Geraldo Bonadio
Jornalista

Abra espaço

Avaliação do Usuário

Na maioria dos casos, nossos planos de reorganização pessoal ou profissional são travados pela necessidade de comprar algumas coisas a mais: um novo utensílio para a cozinha, um equipamento adicional para o escritório, um móvel a mais para a sala...
Às vezes, a real solução é nos livrarmos daquilo que nunca utilizamos e que atravanca o espaço, aumenta o tempo de limpeza do ambiente e, dificultando a movimentação, cria a falsa impressão de que o cômodo é apertado e exige que a casa seja ampliada ou trocada por uma maior.
O melhor jeito de lidar com o revisteiro atopetado de publicações a espera de serem lidas, os papéis amontados sobre a escrivaninha ou os utensílios que tornam complicadíssimo abrir o armário da cozinha sem que algo despenque seja admitir que acumulamos inutilidades.
O guarda-roupa está cheio de peças não utilizadas nos últimos dois anos e para os quais você não tem planos de uso nos meses vindouros, porque suas medidas corporais aumentaram ou – que bom! – diminuíram? Deixe-as num posto de coleta da Campanha do Agasalho.
Abrindo espaço nas gavetas e cômodos, você reduz a pressão do que é inútil sobre sua vida emocional, usufrui melhor daquilo que possui e não consegue encontrar e passa a viver melhor - que é o que realmente importa.
Geraldo Bonadio
Jornalista

Além da zona de conforto

Avaliação do Usuário

Há momentos da vida – a infância, a adolescência – em que as pessoas constantemente confrontam os pais, os professores e os colegas. Conscientemente ou não, estão testando os limites a elas impostos, na intenção de ampliar a demarcação do seu território, conseguindo para si mesmas um espaço maior de autonomia.
Nessa tensão constante, aprendem, na prática, até onde podem chegar e quais os limites que não devem ultrapassar.
Essa fixação de limites é altamente positiva, mas, como toda relação humana, carrega dentro de si um risco. Aquele que contesta, desafia e tenta driblar a marcação da autoridade familiar, escolar ou social, pode, se perder sua condição desafiadora, acomodar-se dentro de limites muito estreitos, permanecer para sempre em sua área de conforto, atrofiando sua capacidade de buscar soluções novas, gerar propostas criativas e criar formas diferentes de encarar a realidade.
É importante que você, vez por outra, tente ir além dessa gaiola confortável, abandone o território da plena concordância e proponha meios e modos questionadores de lidar com velhos problemas.
No mínimo, essa conduta diferenciada vai render uma boa conversa e obrigar aqueles com quem convive a pensar mais seriamente sobre o ponto em debate, tenha ele ou não grande importância, a fim de refutarem as suas propostas.
Pensar, definir argumentos, encontrar pontos fracos ou criticáveis na argumentação alheia e discordar sem perder o respeito por aquele de quem se diverge, é uma forma de treinar o seu raciocínio. A troca de ideias só é possível quando as pessoas tem modos diversos de encarar o cenário diante de seus olhos e buscar outras maneiras de nele se movimentar, expandindo a sua visão do mundo e das realidades e ideias que o povoam.
Utilize e atualize o seu poder mental, dentro de um clima amigável e marcado pelo mútuo respeito. Você vai ganhar com isso e os seus interlocutores também.
Geraldo Bonadio
Jornalista

Noite que estraga o dia

Avaliação do Usuário

Os recursos tecnológicos de que dispomos hoje – luz elétrica, programação de TV e sites de computador que podem ser acessados a qualquer momento – colocaram, nas mãos de cada pessoa, uma tarefa que nem todas conseguem exercer de maneira adequada: definir a hora de colocar ponto final nas atividades profissionais ou recreativas do dia e buscar o leito, para as indispensáveis horas de sono.
Espichar a vigília, entrando madrugada a dentro numa atividade qualquer, parece muito bom naquele momento, mas tem um preço muito alto em termos de desgaste físico e mental. As horas roubadas ao repouso tendem a estragar o dia seguinte, levando quem não dormiu o suficiente a bocejar no meio de uma reunião importante, cochilar diante da tela do computador em meio aos colegas de trabalho ou, pior ainda, adormecer ao volante num momento de trânsito intenso.
As pessoas que já tentaram perder peso suprimindo uma ou mais refeições ao longo do dia descobriram que isso as levava a fazer uma refeição pesada num momento em que o recomendável seria um pequeno lanche.
Uma vez o outra, uma tarefa urgente pode exigir de você a redução de algumas horas de sono. Mas esteja consciente da necessidade de compensar o abuso tão prontamente quanto possível e, principalmente, evite fazer dessa excepcionalidade uma rotina.
Assim como um condutor de veículo para passar da rodovia para uma avenida urbana e desta para a rua secundária em que reside, precisa desacelerar o carro gradualmente, o corpo, para ir da plena atividade ao adormecer necessita de um desligamento progressivo da realidade. Quanto mais você insiste em permanecer desperto, mais tempo gastará para distender-se, desligar-se das preocupações do dia e conciliar o sono.
Imponha um limite ao seu trabalho. Agregue, à sua rotina, algum tempo para conviver com a família. Isso o ajudará a desconectar-se das obrigações profissionais e, depois, dormir o suficiente.
Só assim conseguirá, amanhã, saltar do leito disposto e satisfeito, em vez de arrastar-se para fora dele como um condenado rumo à sala de execuções.
Geraldo Bonadio
Jornalista

O arqueiro e sua seta

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Uma das situações mais difíceis com as quais os pais e as mães são necessariamente confrontados, num certo momento da vida, é a necessidade de reconhecer que o filho ou a filha chegou a um estágio de desenvolvimento em que terão de deixar o lar e executar voos solos para adquirir formação profissional ou dominarem a arte de viver por conta própria.
Em outros tempos, esse destacar-se da casa paterna e tomar seu próprio rumo estava associado, na quase totalidade dos casos, ao casamento ou à formação de uma nova família. Hoje, as necessidades de estudo ou de avanço profissional exigem que o afastamento ocorra sem conexão necessária com a formação da própria família. E a mudança não se limita, mais, à troca de cidade ou de região, sendo cada vez mais frequente que implique na fixação do jovem em outro país ou continente.
Afastamentos desse tipo não traduzem divergência entre os jovens e suas famílias. Dão forma a necessidades emergentes num mundo em que a única constante é a transformação incessante. Importa fazer o possível para que o distanciamento geográfico se dê com o menor atrito possível do ponto de vista emocional, para que a relação afetiva persista e a ligação entre pais e filhos, necessária tanto a estes quanto àqueles, permaneça viva e vigorosa.
Os filhos e as filhas sempre tem muito a aprender com seus pais, por maiores que sejam os conhecimentos, as relações e as técnicas que estejam assimilando nas universidades, laboratórios ou empresas. E os pais obviamente se realizam na medida em que se sentem ligados pelos laços do amor aos filhos, por mais distantes de casa que eles se achem.
Kalil Gibran, num dos poemas mais bonitos de O Profeta, ao lembrar aos pais que seus filhos não são seus filhos e sim filhos do amor da vida por si mesma, acentua que tão importante quanto a distância alcançada pela seta em seu voo é a firmeza do braço do arqueiro que a dispara.
Saibamos ser bons arqueiros.
Assim, conseguiremos que nossos filhos, como setas bem lançadas, alcancem a distância que para eles almejamos e também nos conservaremos ligados a eles pelos laços do coração, por mais longe que estejam de nós.
Geraldo Bonadio
Jornalista

A grande arte de reconciliar

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É simples aprofundar divergências entre pessoas que, por causas importantes ou fúteis, entraram em choque, ficaram mutuamente ressentidas e agora acham-se em vias de enterrar anos de boa amizade. Uma insinuação malévola para este, uma história distorcida para aquele e se consegue, sem esforço, fazer com que a estima ferida estrebuche e morra.

Empenho bem maior é necessário para reforçar os laços esgarçados, fazer cessar o afastamento mútuo, impedir que o desacerto momentâneo e converta em aversão permanente e obter, por fim, que as pessoas estremecidas entre si voltem a se encarar, a conversar e a trocar um aperto de mãos ou um abraço afetuoso.
Jogar uns contra os outros é coisa que qualquer indivíduo de mal com a vida pode realizar. Reconciliar, conseguir que a apreciação mútua rebrote, eliminar a desafeição que está se enraizando nos corações dos desavindos – isso é tarefa para pessoas do bem, que cultivam a grandeza interior e sabem que as coisas só irão bem no mundo na medida em que as pessoas convivam harmoniosamente entre si e sejam capazes de gestos de desprendimento e de atos de dedicação.
É impossível desempenhar a função de conciliador, de reconstrutor de relacionamentos saudáveis, de transformador de malquerenças em entendimentos cordiais sem possuir uma visão ampla e arejada do mundo, atenta à beleza interior dos seus interlocutores. O reconstrutor de amizades é suficientemente sensível curtir o belíssimo espetáculo do despertar e crescimento interior de cada pessoa e também determinado e forte o suficiente para se jogar, decisivamente, na tarefa de contribuir para que esse despertar e crescimento se difundam e propaguem no interior de cada grupo humano, envolvendo e inflamando todos os seus integrantes.
Seja um deles. Se perceber que, ao seu redor, uma amizade está se degenerando e convertendo em rejeição aberta, exerça a grande arte da reconciliação.
Busque as origens do desentendimento e tente eliminá-las. Lembre-se que não se consegue restaurar amizades com alarde e sim com extrema discrição.
Não tente, em momento algum, manipular aqueles a quem pretende ajudar. Não faça “propaganda” de um para o outro, mas crie oportunidades para que voltem a conviver, a intercambiar informações – ainda que as mais neutras – e, afinal, principiem a interagir sem agredir-se.
Isso os remeterá, pouco à pouco, às raízes ainda vivas do mútuo respeito e os ajudará a refazerem, por si mesmos, a estrada do reencontro. Afinal, você não está buscando aplausos para si mesmo, pelo seu talento em reaproximar pessoas, mas buscando contribuir para que a árvore da amizade se enraíze, floresça e produza frutos de cooperação.
Geraldo Bonadio
Jornalista

Já mandei um email!

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Eu-ja-mandei-o-emailNos dias de hoje, no trabalho e mesmo em casa, as pessoas vivem cercadas de equipamentos que lhes permitem comunicar-se imediatamente com um ou mais interlocutores em diferentes pontos do mundo: telefones celulares e fixos, computadores pessoais, notebooks, tablets...

Apesar disso descobrem, com mais frequência do que se poderia esperar, que o cliente com quem gostariam de falar não recebeu o pedido para que entrasse em contato, o colega da sala ao lado não estava sabendo da reunião marcada para daqui a 20 minutos e ausentou-se do escritório ou os cumprimentos pelo aniversário não chegaram ao seu melhor amigo.

A ênfase nos aparelhos às vezes nos leva a esquecer de que comunicação continua a ser, basicamente, um processo que envolve seres humanos e só se completa quando alcança o destinatário da mensagem e prova nele uma mudança de atitude.

É ótimo que sua secretária tenha enviado um e-mail àquela pessoa com quem você quer conversar face a face, mas se ela – ou a pessoa que assessora no cumprimento dos compromissos – não tem o hábito de abrir a caixa de mensagens, o efeito será o mesmo que um tiro n’água no velho jogo da batalha naval. Ainda que isso pareça uma conduta fora de moda, é bom verificar se a mensagem chegou, foi lida e, o que ainda é mais importante, gerou a atitude aguardada.

Temos excelentes razões para confiar na tecnologia. Se o seu computador pessoal está funcionado corretamente e o seu provedor lhe assegura pronto acesso à banda larga é quase certo que uma vez expedidas, suas mensagens de correio eletrônico chegarão ao destinatário através de uma dos numerosos meios de acesso à sua caixa postal.

Mas, ainda que viajando à velocidade da luz, ela pode não cumprir sua tarefa, uma vez que a caixa do receptor pode estar lotada; ele pode esquecer-se de abri-la naquele dia (ainda há pessoas assim) ou a secretária que recebeu a mensagem pode não ter entendido sua importância e sua urgência.

Vale o mesmo para qualquer outra tentativa de comunicação. Cartas se extraviam. Ligações telefônicas não se completam porque o moderníssimo telefone móvel do destinatário está desligado naquele momento. Conversas não se efetivam porque você expôs o tema muito claramente, mas seu ouvinte, naquele momento, com a atenção voltada para outro assunto, não prestou atenção que lhe era dito.

Antes de um segundo passo apoiado na premissa de que o seu recado chegou e foi entendido, é sempre bom conferir se o primeiro efetivamente se completou. Isso evita frustrações, evita mal entendidos e previne prejuízos.

Geraldo Bonadio

Jornalista

Quem para recua

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quem-para-recuaQuando um grupo de atores em turnê chega a uma cidade, a fim de ali apresentar uma peça que vêm representando há meses, uma de suas primeiras preocupações é conhecer o palco no qual irão atuar e programar um ensaio. O mesmo fazem grandes cantores e músicos quando viajam com seus shows, ainda que a apresentação não inclua nenhuma música além daquelas com as quais se acham familiarizados.
Em assim agindo, demonstram respeito para o público que comprou ingressos para seu espetáculo e, igualmente, pela fama e respeito obtidos em muitos anos de trabalho.
Essas precauções valem para todas as pessoas. Viver é navegar contra a corrente: quem deixa de remar inevitavelmente recua.
Ensaios e treinamentos fazem parte do quotidiano dos artistas, dos atletas e de todo o tipo de profissionais respeitados pelas suas qualidades. O advogado que não se debruça sobre as novas leis e as decisões dos tribunais, o cirurgião que não se inteira dos avanços em sua área, o administrador que não se mantém familiarizado com as inovações na arte de comandar estão todos caminhando, mais que depressa do que imaginam, para a obsolescência.
Se o músico deixa de reservar algumas horas do dia aos ensaios sente a diferença no desempenho ao confrontar a plateia. Se tal situação se prolonga por uma semana, é bem provável que a oscilação no desempenho se torne perceptível para os espectadores.
Depor o remo, quando a correnteza se move no sentido oposto, traduz desânimo, desencanto e desistência, três atitudes que nada trazem de bom à vida de quem quer que seja.
Os desafios da vida profissional devem ser vistos como uma excelente provocação para que você busque dar o melhor de si naquilo que faz. Não há tarefas insignificantes. O que existe são perdas de entusiasmo que nos levam a ignorar o sábio ensinamento do poeta: “tudo vale a pena”.
Esteja atento às investidas do desânimo. Se ceder diante delas estará se diminuindo aos seus próprios olhos e jogando fora um tempero que dá gosto a todas as coisas da vida: o entusiasmo.

Geraldo Bonadio

Jornalista

Artistas e legisladores

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artistas-legisladoresÉ grande o número de figuras famosas da televisão, rádio, música e shows que exerceram – ou exercem ainda – mandatos legislativos na Câmara dos Deputados ou nas Assembleias Estaduais. Você pode levantar facilmente seus nomes percorrendo a relação de atuais e antigos integrantes daquelas casas de leis.

Bem mais difícil é associar os nomes de algumas dessas figuras importantes do show business a alguma lei que tenha melhorado significativamente a vida dos cidadãos mais pobres. Ou à participação, de maneira destacada, do debate de grandes questões nacionais. Mesmo o repasse de recursos federais às Prefeituras dos municípios em que foram votados, para construção de creches ou unidades de saúde, geralmente deixa a desejar.
Muitos artistas mantém, em paralelo ao mandato legislativo, sua atividade no show business. Como ambas as atividades são muito exigentes, ficam quase sem tempo para aprender como funciona o Legislativo ou visitar as cidades em que residem seus eleitores – a não ser no ano em que precisam do apoio deles para um novo mandato.
Na hora de votar, ajude o universo artístico brasileiro a recuperar algumas de suas grandes figuras. Eleja, para a Câmara Federal ou Assembleias Estaduais, pessoas com muita vontade e disposição para se dedicarem por inteiro à tarefa de legislar. E ajude a devolver, quem não se dedicou a bem cumprir seu mandato, aos programas e shows dos quais nunca deveriam ter se afastado.

Geraldo Bonadio

Jornalista

Eles vão agir em seu nome

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ele-vao-agir-em-seu-nomeVocê tem vários negócios importantes a concluir. Cada um deles envolvem decisões importantes que terão repercussão direta sobre sua vida, seu futuro e seu patrimônio e, ainda, sobre vida, futuro e patrimônio de seu cônjuge e de seus filhos. Como não vai poder deliberar sobre eles pessoalmente, precisará escolher alguém que tome decisões e adote providências em seu nome.
Antes de definir a pessoa a quem concederá poderes tão amplos e lançar sua assinatura no documento que permitirá a ela fazer coisas e assumir compromissos em seu nome, procure saber quem ela é, o que fez anteriormente, que qualificação tem para tais tarefas e se é pessoa que age com sabedoria, honestidade e eficiência.
É essencial saber se os que se valeram antes dos serviços dela ficaram satisfeitos. Se souber que alguns dos que confiaram nela se sentem logrados ou insatisfeitos, talvez reconsidere a sua decisão escolhê-la como sua procuradora e busque alguém mais digno de confiança. Será temerário agir de outra maneira porque muita coisa na sua vida estará na dependência de como ela se desincumbirá das tarefas que você está lhe delegando.
Daqui a menos de três meses você estará concedendo procurações não a uma e sim a cinco pessoas diferentes para deliberarem em seu nome, votando nelas para exercerem a Presidência da República, o Governo do Estado e as funções de Senador, Deputado Federal e Deputado Estadual. Durante quatro anos elas usarão os poderes dados por você para moldarem o Estado e o País em que vive, definindo as leis que, de diferentes maneiras, influenciarão a sua vida e a de sua família.
A segurança do seu bairro, o valor de seu salário ou de sua aposentadoria, a preservação do seu emprego, o desenvolvimento ou a estagnação do País e muitas coisas mais ficarão na dependência do que os homens e mulheres a quem outorgará, através do voto, uma ampla procuração para decidir por você sobre esses e outros assuntos.
Informe-se sobre as ações de cada um deles, separe a maledicência da informação consistente, saiba qual é o patrimônio de cada um deles e como foi formado antes de definir o seu voto. Discuta as propostas de cada um e veja se encontram lastro na conduta anterior deles.
Principalmente, não se esqueça de que quem deixa de votar, anula o voto ou o utiliza de maneira insensata está indiretamente escolhendo o pior.
Votar não é uma obrigação que estraga o seu domingo. É um direito que você tem de influir, pessoalmente, na vida do seu país. Exerça esse direito com determinação e sabedoria.

Geraldo Bonadio

Jornalista

Vote em gente que faz

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vote-em-quem-fazEstamos a pouco mais de trinta dias das eleições gerais, em que o Brasil vai escolher, através dos votos de seus cidadãos, quem exercerá nos próximos anos as funções de Presidente da República, Governador de Estado, Senador, Deputado Federal e Deputado Estadual. Todos eles receberão mandatos de quatro anos exceção feita aos senadores – um para cada um dos 26 Estados brasileiros mais o Distrito Federal, cujo mandato será de oito anos. 

Antes de fazer cada uma dessas cinco escolhas, procure conhecer melhor quem são esses candidatos e o que têm feito até agora em favor de sua cidade, seu Estado e seu país. Quem sempre foi uma pessoa atuante, preocupada com as questões de interesse de sua comunidade e mostrou disposição de batalhar por boas causas em organizações de bairro, sindicatos, movimentos populares ou em cargos públicos que tenha exercido tem mais probabilidade de, no exercício de um mandato, ampliar e aprofundar esse trabalho do que aqueles que até agora só cuidaram de seus interesses pessoais e agora se apresentam como futuros grandes batalhadores paladinos das causas populares.
Se o seu candidato já exerce ou exerceu cargos eletivos, a avaliação fica ainda mais fácil. Veja o que ele fez pela sua cidade, os problemas que solucionou, os recursos federais ou estaduais que destinou a obras de interesse da população.
Ainda que você seja um grande admirador de um cantor ou comediante, seja cauteloso antes de votar nele. É muito grande o número de figuras famosas do mundo artístico que exerceram ou ainda exercem mandatos eletivos que não tiveram nada de brilhante nem trouxeram qualquer contribuição apreciável à vida dos cidadãos.
O País, o Estado e o Município têm necessidades sérias em matéria de desenvolvimento econômico – que o que gera empregos e salários para os trabalhadores – saúde, educação, segurança e assim por diante. É importante que o seu voto vá para gente que, no governo, seja capaz de fazer diferença em favor da população.
Mudando o que deve ser mudado, vale para suas decisões sobre o voto a recomendação que a família, preocupadas, faz à filha disposta a se casar com um cidadão dado à boêmia e que nunca na vida teve carteira assinada: O casamento não muda ninguém. A eleição também não.
Geraldo Bonadio

Jornalista

Incentive os fazedores

Avaliação do Usuário

incentive-os-fazedoresA vida das pessoas, em qualquer família, organização ou empresa, fica mais simples e melhor quando existe, entre elas, alguém com a paixão de criar novos instrumentos e máquinas, melhorar os processos de se fazer alguma coisa ou encontrar novas aplicações para ferramentas e utensílios usadas para determinadas tarefas. Em vez de apenas cumprir rotinas, os fazedores sempre nos surpreendem com novas e melhores maneiras de fazer as coisas, dando a elas mais qualidade, efetividade e segurança.

Em junho, na Casa Branca, o presidente norte-americano Barak Obama instituiu o Dia Nacional do Fazedor, numa reunião que congregou, na sede do governo americano, centenas de adeptos da inovação. Obama lembrou, na oportunidade, que os Estados Unidos não chegaram ao patamar econômico e social que hoje ocupam comprando soluções prontas, desenvolvidas em outros países, mas apostando na capacidade de inventar e inovador de seus cidadãos.

A fala de Obama sinaliza que as pessoas inquietas, questionadoras e buscadoras de caminhos novos estão voltando a ser encaradas como exemplos a serem seguidos e imitados. O presidente americano, incentivador dessa tendência, vem encorajando cidades grandes e pequenas a organizarem Feiras dos Fazedores, em que tais pessoas têm a oportunidade de expor suas criações e conversar sobre elas com os que se interessem em conhecê-las.

Uma grande vantagem de trabalhar com os criadores e inovadores, em vez de apenas aplicar soluções prontas e acabadas, é que o exemplo deles acaba por “contaminar” o ambiente em que atuam, desafiando e encorajando as demais pessoas a também pensarem criativamente suas tarefas e a acharem novos caminhos das pedras que podem ser trilhados diante de cada desafio.

Encare os fazedores que estão ao seu redor não como um estorvo e sim como uma bênção. Busque compreendê-los e encorajá-los na busca de mudanças e aperfeiçoamentos. Eles se sentirão melhor, farão suas tarefas com maior satisfação e, no final das contas, todos sairão ganhando.

Geraldo Bonadio

Jornalista

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