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Blog Memorial Park

Falando para as paredes

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falando-para-as-paredesSe você, no trato com as demais pessoas, começa sempre por uma repreensão, uma crítica ou um alerta rabugento para o que não deu certo nas atividades do dia anterior constatará, em pouco tempo, que está falando para as paredes. Suas correções, orientações e propostas de mudança – formuladas sempre em tom amargo e pessimistas – serão ouvidas, mas não levadas a sério.

Pessoas não são como massa de pão que você trabalha pelo tempo que achar necessário e modela do jeito que lhe parecer melhor. Elas têm capacidade de julgar seus próprios atos e avaliar se estão ou não fazendo as coisas de maneira correta. Quando descreem da orientação por você estabelecida, não as colocarão em prática – ainda que finjam, com perfeição, estar obedecendo a seu comando nos mínimos detalhes. Os resultados, porém, demonstrarão o contrário.

Modificar atitudes, fazer com que a passividade seja substituída por uma conduta proativa, conseguir que as pessoas participem ativamente da vida de uma organização – seja ela empresa, família, escola, igreja ou associação – é perfeitamente possível.

Isso, no entanto, é mais difícil do que supõe o dirigente acostumado a conversar apenas com o próprio travesseiro e a decidir as coisas de cima para baixo, sem saber o que pensam aqueles a quem caberá executar suas determinações.

Há algumas décadas, o pesquisador colombiano Jesus Martin Barbero constatou que o poder do jornal, do rádio ou da televisão sobre a opinião pública é limitado pelo líder de opinião.

Este é a pessoa que num grupo qualquer –altos executivos ou pessoas que limpam o escritório – é reconhecida como quem melhor conhece o assunto em debate.

A função de líder muda de uma questão para outra. Quem melhor avalia as chances do Corinthians no próximo campeonato não é, necessariamente, a voz mais acatada quando a questão é como o preço da gasolina se comportará no ano que vem.

Antes de alterar o cardápio da empresa, é prudente saber o que pensam a respeito os usuários do refeitório e o chefe da cozinha. A mudança talvez não saia tão depressa, mas as possibilidades dela não dar certo ou gerar insatisfações será bem menor.

Geraldo Bonadio

Jornalista

Decisão exige informação

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decisao-necessita-informacaoReveja as decisões que tomou em algum momento de sua vida pessoal ou profissional, que lhe trouxeram, depois, problemas, prejuízo ou aborrecimento. Quase certamente constatará que, em todos os casos, não dispunha, naquele momento, das informações necessárias para encaminhar a coisa nesta ou naquela direção.

Assuma, hoje, consigo mesmo, o compromisso de não reincidir nesse engano. Vá mais longe: transmita esse conhecimento obtido a um alto preço em termos de aborrecimentos e perdas, à sua equipe de colaboradores.

Ter o maior número possível de informações sobre um assunto que vai exigir horas ou dias de trabalho dos profissionais sob seu comando, bem como a utilização dos recursos técnicos e financeiros de sua empresa é uma atitude essencial para evitar o desperdício de recursos ou o desvio de pessoas que poderiam estar engajadas num projeto reconhecidamente lucrativo para outro que pode se revelar totalmente inviável.

É aconselhável que, antes de formular propostas ou fixar diretrizes que exigem o dispêndio dos recursos e materiais da empresa por um tempo indeterminado e a um custo impossível de precisar, você gaste mais tempo na tarefa de reunir dados sem o quais é impossível uma análise precisa e uma pré-avaliação correta. Isso, talvez, exija horas adicionais de atividade da sua parte, leituras mais aprofundadas, contatos mais consistentes – coisas que reduzem o seu tempo livre e geram algum cansaço.

Previne, porém, equívocos que podem comprometer a sua imagem e a sua carreira dentro da organização.

Geraldo Bonadio

Prepare em paz as festas da Paz

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prepare-em-paz-a-festa-da-pazSeja a sua família grande ou pequena, residam todos os componentes em localidades próximas ou estejam alguns deles do outro lado do mundo, a preparação das festas do Natal e do Ano Novo reclama – tanto de quem as organiza quanto de quem vai delas participar como conviva – estratégia e táticas que garantam a paz.

Definir que o salpicão a ser servido a uma tia que você não vê há décadas não deve receber determinado ingrediente, distribuir os convivas de tal forma que dois contraparentes que cultivam velha antipatia preferivelmente não fiquem próximos um do outro, são detalhes que, esquecidos, podem gerar uma saia justa.

Faça o que estiver ao ser alcance para evitar esses possíveis incidentes, mas não se angustie se algo escapar ao seu plano minucioso. Até o mais profissional dos cerimonialistas pode ser vítima de uma armadilha. Faça o que estiver ao seu alcance e relaxe, na expectativa de que tudo correrá bem.

O mais importante é que todas as suas ações, decisões e interações visando a reunião familiar se desenvolvam, também elas, num clima de paz interior. Que não haja rancores, mágoas ou tentativas de desforra escondidos em algum cantinho do seu coração.

Disponha-se a acolher todos os convivas da melhor maneira e com a maior sinceridade. Desfaça-se de todas busca de desforra ou pequenas mágoas em relação a este o aquele.

Encare cada tarefa que ainda falta executar – inclusive aquela que deveria ter sido realizada logo no início de maratona de final de ano e acabou ficando para a última hora – como alguma coisa agradável, a ser feita de bom humor e não em meio a queixas reclamações.

Se a paz dominar seu coração, orientar seus gestos, alicerçar suas atitudes e encorajar suas esperanças, os convivas serão envolvidos por esse clima de acolhimento.

Também se desarmarão de seus ressentimentos e entrarão no ambiente de fraternidade e alegria que domina sua casa e sua família. E aí haverá só alegria, emoções, fraternidade e paz.

Geraldo Bonadío

Olhe à frente com atenção

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olhe-em-frente-com-atencaoA diferença entre uma grande e uma pequena oportunidade reside no interesse com os que observam uma mesma realidade se mostram – ou não – dispostos a examinar-lhe os detalhes, refletir sobre as chances que oferece, definir as providências necessárias para fazer utilizar as expectativas favoráveis e, sem hesitação, colocar mãos à obra.

Nenhum grande negócio, nenhuma grande empresa, nenhuma forte liderança política ou social, nenhuma ideia renovadora capaz de conquistar corações e mentes de milhões de seres humanos jamais cruzou o caminho de alguém, na condição de realidade pronta e acabada. O lendário cavalo encilhado que peregrina diante de cavaleiros que se disponham cavalgá-lo é apenas uma lenda.

Todos, porém, em algum momento de nossas vidas já vislumbramos a chance de um grande empreendimento, o esboço de uma ideia capaz de sacudir o animo de milhões, a possibilidade de transformar uma empresa de fundo de quintal num negócio milionário.

Quem prestou atenção à oportunidade, se dispôs a testar suas habilidades de transformar o possível em real, burilando as chances de sucesso, provavelmente se deu bem.

Passou batido por algo que merecia mais atenção de sua parte? Chorar o que ficou para trás não adianta. Mas olhe adiante com mais atenção. Ninguém jamais provou que duas chances não cruzam o caminho de uma mesma pessoa.

Geraldo Bonadio

Jornalista

O Difícil Recomeço

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o-dificil-recomeco-2Encare com benevolência quem, em certo instante da vida, quando as coisas pareciam correr da melhor maneira possível para ela, jogou tudo para o alto, zerou a conta e resolveu recomeçar da estaca zero. Em seu lugar, muitos fariam o possível para não mudar nada. Ela sentia as coisas de outra maneira e preferiu seguir o coração apostando nisso seu maior capital: a própria vida.

Evite engrossar a fileira dos que sentenciam que fulano não tem mais a menor possibilidade de voltar a obter algum nível de realização em sua existência. Até o mês passado, era dono de fortuna incalculável. Não soube segurar seus bens, suas amizades, as pessoas que o queriam, seu grau de influência na sociedade e viu-se reduzido a nada. Terá de recomeçar do ponto inicial, pois desperdiçou as chances de seguir em frente em sua estrada vitoriosa.

Prosseguir, ampliar, aprofundar também exige esforço, mas de um modo geral menor que o de abrir outro caminho a partir do nada. Busque, na medida do possível, atingir seus novos objetivos sem anular o que já conseguiu.

Mas não condene aqueles a quem a vida impôs a necessidade de recomeçar. Ou quem, para ser fiel a si mesmo, preferiu traçar uma nova rota por terrenos mais difíceis.

Eles já travam um áspero debate consigo mesmos. Auxilie-os, evitando agravar seus padecimentos.

Geraldo Bonadio

Jornalista

Só o exemplo mobiliza

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so-o-exemplo-mobilizaAs coisas importantes de nosso dia a dia – manter em ordem o que está sob nossa responsabilidade, cumprir os compromissos em dia, apresentar-se em público sempre limpo e trajado adequadamente, ainda que com roupas muito simples e despojadas – nós as aprendemos bem antes de ir para a escola.

Ensinaram-nas, nossos pais através do seu exemplo, da sua maneira de ser, atitudes que se revelaram muito mais eficazes quer lições, provas ou castigos.

Você aceitou essas lições e incorporou esses procedimentos à sua vida porque seus olhos de criança, inocentes, mas sagazes, ajudaram-no a perceber que aquelas eram as maneiras corretas de fazer as coisas.

Tem sob o seu comando uma equipe a moldar, um grupo de pessoas a quem precisa incutir valores e ensinar como ver e julgar as coisas do mundo e agir da melhor maneira? Cancele as dezenas de palestras através das quais pensa em repassar tais ensinamentos e passe a agir do modo como espera que esse grupo aja.

Quer pontualidade de seus liderados? Seja pontual em relação a eles. Quer que falem sempre a verdade? Nunca lhes diga mentiras.

Em cada pessoa, por mais simples que seja e por mais judiada que tenha sido pela vida, sobrevive um resquício daquela sabedoria instintiva da infância que nos permite, a um simples olhar, separar o falso do verdadeiro.

Geraldo Bonadio
Jornalista

 

Espere um pouco mais

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espere-um-poucoUsando seu celular você faz chamada para um telefone fixo. Não obtendo resposta até o terceiro toque, desliga e fica resmungando contra a falta de atenção daquele com que gostaria de falar.
Sob o comando da pressa, não leva em conta que o tempo para atender uma chamada em aparelhos fixos é, em media, um tanto maior que o necessário para responder uma ligação de celular para celular.
Hoje em dia, o celular quase sempre está à mão de quem recebe o chamado ou a poucos centímetros dela. O fixo pode estar em outro cômodo da casa e, mesmo quando na mesa de trabalho daquele a quem você chamou, encontra-se a uma distância que exigirá e que ele se levante, dê alguns passos para chegar ao aparelho, acioná-lo e, enfim, dizer alô.
Ao se esquecer dessa pequena diferença, você retarda coisas que desejaria resolver de pronto, pois no mínimo terá de fazer uma segunda ligação. Deixe o aparelho tocar mais uma duas ou três vezes, antes de desistir. A alguns parecerá que está perdendo seu tempo. Na verdade, pode estar encurtando uma demora de segundos, minutos ou horas.

Geraldo Bonadio
Jornalista

Não conte a ninguém

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nao-conte-a-ninguemO colega chega a você com um jeitão misterioso e, falando baixo, para ninguém mais ouvir, anuncia: vai lhe contar algo assombroso, que está acontecendo na firma e vai mudar as coisas da água para o vinho, embora a maioria dos funcionários ainda não saiba de nada. E ajunta: - Só não conte a ninguém.

Situações parecidas ocorrem, a todo instante, um sem número de vezes, em todos os ambientes: empresa, escola, família, igreja, grupo de amigos... O número dos inconfidentes dispostos a partilhar um segredo com alguém, desde que o ouvinte guarde a informação confidencial recebida consigo, é infinito.
Para sua tranquilidade pessoal - e até a fim de evitar que amanhã, quando todos estiverem sabendo da informação reservada de hoje, este ou aquele o acuse de haver vazado o “segredo” recuse-se a ouvir.
A novidade quase certamente não é boa, talvez nem seja nova e, de certo, não merece a sua atenção. E, afinal de contas, daqui a algumas horas será de conhecimento geral, como ocorre com a maioria das fofocas zelosamente “guardadas”.
Faça como o político mineiro da anedota a quem alguém se propunha a contar uma história reservada das mais cabeludas, desde que ele não a passasse adiante. – É melhor não me contar. Se você que é o dono do segredo não consegue preservá-lo, quem dirá eu...
Tudo aquilo que é positivo e real pode ser dito sem reserva em alto e bom som. Se o que precisa ser contado não é bom, mas é verdadeiro, a denúncia deve também ser clara e aberta, ainda que cautelosa.
O que precisa ser mantido às ocultas ou só pode ser cochichado, quase certamente não é bom, nem verdadeiro. No máximo é um fato com alguma base no real, mas apurado às pressas e sem muito critério. O mais provável, entretanto, é que seja uma invencione total urdida para prejudicar alguém.
Melhor manter os ouvidos fechados do que associar-se a uma trama falsa e inconsequente e que pode, à frente, lhe trazer problemas.

Geraldo Bonadio
Jornalista

Faça da Solidariedade sua Homenagem

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faca-solidariedade-sua-homenagemSolidariedade aos carentes é uma atitude generosa e solene de respeito às suas lembranças
Reverenciar os entes queridos que partiram desta vida é uma atitude presente em todas as culturas humanas.
A morte tem sido para todos os povos, em todas as épocas, a mais enigmática e desafiadora das realidades da vida.
A necessidade de expressar nossa reverência aos antepassados, através dos quais viemos ao mundo, cujas mãos nos conduziram e ampararam nos primeiros passos da existência está na origem das celebrações em que deles nos lembramos e exprimimos nosso respeito e nossa saudade.
O Memorial Park tradicionalmente associa às celebrações do Dia de Finados o convite a um gesto simples e marcante de solidariedade: a doação, pelos que o visitam com o objetivo de homenagear os seus entes queridos, de um quilo de alimento não perecível ou de um litro de leite longa vida. Ao final do dia, essas ofertas são reunidas e encaminhadas a entidades assistenciais, em nome dos visitantes.
Isoladamente, cada doação parece minúscula, incapaz de mudar realidades de vida marcadas pelo desafio da sobrevivência em meio a circunstâncias adversas. No entanto, o milagre da solidariedade expandida e multiplicada pelas contribuições de muitos torna possível a transformação que o gesto individual não consegue produzir.
Este ano, uma vez mais contamos com o apoio espontâneo de nossos visitantes para fazer os que de nós se foram, lembrados através da generosidade, da contribuição, da partilha, do gesto que seca as lágrimas da necessidade e faz brotar nos rostos dos mais pobres o sorriso de quem se sentiu lembrado.

Memorial Park
“Respeito às suas lembranças”

Geraldo Bonadio - Jornalista

A vantagem de não saber

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Há dois tipos de pessoas que sofrem muito em seus relacionamentos e fazem sofrer quem com elas se relaciona no campo pessoal, afetivo, familiar ou profissional: a que está sempre certa – ou, pelo menos, supõe ter o dom de jamais errar – e a que sabe tudo.
É difícil dialogar com uma ou outra. O sujeito sempre certo não tolera que alguém diga que, num jogo do campeonato varzeano, há dez ou quinze anos, o time A ganhou do B por 3x1. –“Nada disso, foi por 3x2” – rebate, desqualificando seu interlocutor. Ou a conversa morre ali ou descamba para uma troca de impropérios...
Não menos enfadonha é a pessoa que sabe tudo. Impermeável a qualquer colaboração dos outros - pois aceitá-la poderia levar alguém a pensar que ela não sabe como fazer isto ou aquilo - sempre se condena a trabalhar sozinha, sem troca de ideias, sem interação, sem participação dos outros em suas atividades.
Pior que o sabe tudo é o sujeito que finge tudo saber. Quando alguém lhe pede algo que ele não tem a menor ideia do que é como se faz, essa tendência a bancar a enciclopédia humana o leva dizer que se trata de coisa facílima para ele e ficará pronta em dois ou três dias. Dias de horror, para ele, pois na verdade não entende patavina do que lhe foi solicitado e, como não se arrisca a pedir ajuda – para não ter de admitir que uma pequenina área do conhecimento humano escapa ao seu conhecimento – gastará horas no google ou nas consultas disfarçadas a manuais e enciclopédias para “não fazer feio”.
É melhor agir como uma pessoa normal. Se não sabe o que lhe foi perguntado, admita essa falha no seu conhecimento e, aí, estará livre para procurar de forma escancarada a informação e repassá-la a quem pediu sua ajuda.
Quem admite não saber isto ou aquilo, beneficia-se da corrente de colaboração que se forma à sua volta para auxiliá-lo a mapear a informação desejada.
A autossuficiência invariavelmente nos condena à busca isolada e cansativa. A admissão de nossos limites nos torna centro de um núcleo de amigos, colegas e pesquisadores, fortalece laços de cooperação, e faz do que seria uma tarefa exaustiva um jogo dos mais divertidos.

Geraldo Bonadio

Jornalista

A preocupação é sempre inútil

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homem-preocupadoVocê tem várias formas eficazes de levantar as dificuldades que possam surgir na execução de um projeto e, removendo-as de maneira antecipada, uma a uma, evita que o impeçam de alcançar seu objetivo.
Sua intenção é viajar para outra cidade, em determinado dia da semana? É importante que, na véspera, o carro esteja em ordem ou, se for o caso, a passagem para o horário desejado tenha sido adquirida. Se o objetivo for outro – reunir-se com dois ou três amigos para um almoço de negócios – as providências serão outras, mas devem, igualmente, ser tomadas com suficiente antecedência.
Nunca abra, porém, espaço para a preocupação. Nenhum de nós tem controle total sobre todas as variáveis envolvidas até em ações muito simples, como levantar-se de sua mesa de trabalho e ir até o filtro tomar um copo d’água. Preocupar-se com o que pode ocorrer nesse trajeto e impedi-lo de matar a sede é um completo desperdício de tempo – até porque você provavelmente faz isso mais de uma vez ao dia sem problemas algum. Vale o mesmo para qualquer outro tipo de preocupação.
Pré+ocupar-se, como a própria palavra indica, e deixar-se invadir, antes da hora e forma desnecessária, por cuidados, temores e indecisões que drenam todo o contentamento e a alegria que devem estar associadas às ações de natureza pessoal, social ou profissional que compõem a sua vida.
Preocupações são o lixo de seu dia a dia. Ocupam espaço, não servem para nada e empestam o ambiente.
Uma sala cheia de lixo fede. Se preocupações atulham suamente, impedem seu raciocínio de oxigenar-se e criam mau cheiro em seu mundo interior. Livre-se delas.
Preocupar-se é o contrário de programar-se para fazeralguma coisa bem feita.
A programação é proativa e libertadora. Lançada a tarefa na agenda, reunidos na pasta os papéis, pen drives ou cartões de memória que vai usar amanhã, programado o despertador para a hora certa, só lhe resta ir para a cama no horário certo para um sono revigorante e restaurar as energias para as tarefas do amanhã.
Perder o sono e gastar o tempo em dúvidas e receios sobre o que pode dar errado é, de certo modo, uma programação para a derrota.
Definido e checado o programa para amanhã, descontraia-se, durma bem e acordará renovado, no momento certo, para chegar, confiante, à vitória que projetou.
Geraldo Bonadio
Jornalista

User a modernização a seu favor

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A modernização é necessária em todos os setores da vida pessoal, social e profissional. O computador é seu principal instrumento de trabalho? Então é bem possível que um novo programa ou um processador mais veloz o auxiliem a realizar suas tarefas mais facilmente, com ganhos de velocidade e qualidade. Nesse caso, vale a pena investir em sua atualização e gastar tempo para extrair da ferramenta repotencializada todas as vantagens que ela é capaz de oferecer. Rejeite, porém, a modernização cujos dispêndios de tempo e dinheiro não geram benefícios equivalentes.
Vivemos uma era de inovação constante. As mudanças alcançam tanto o seu carro quanto os eletrodomésticos que processam alimentos na cozinha de sua casa. Se você quiser tem sempre o celular mais moderno e completo, terá de comprar um novo aparelho em prazos cada vez mais curtos, sem benefícios que justifiquem tão frenética substituição.
Nem sempre o mais completo apresenta uma utilidade  compatível com os gastos de compra e o tempo necessário à sua manutenção. Poucos daqueles maravilhosos processadores de alimentos capazes de executar dezenas de operações diversas com uma rapidez deslumbrante são suficientemente práticos para serem utilizados todos os dias. Passada a febre da novidade, acabam sendo deixados de lado em favor de equipamentos mais simples e mais fáceis de serem operados.
Produtos e processos existem para tornar sua vida mais simples e permitir que dê conta de suas tarefas de maneira mais rápida. Quando cumprem essa função, são preciosos. Permitem a você cuidar melhor daquilo que realmente impulsiona sua carreira ou melhora sua empresa. E, o que ainda é melhor, ampliam seu tempo livre, permitindo que veja seus filhos crescerem, conviva mais com seu cônjuge e jogue conversa fora com os amigos.
Use a modernização a seu favor. Obtenha dela tudo quanto melhora seu desempenho profissional e a sua qualidade de vida. O resto, é modernizar por modernizar: dá despesa, consome tempo e não traz vantagens.

Geraldo Bonadio
Jornalista

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